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Assessoria de Informação Epidemiológica e Ambiental – ASINFO

A Assessoria de Informação Epidemiológica e Ambiental – ASINFO, ligada diretamente à Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental – SVEA, é responsável pela gestão estadual de sistemas nacionais de informação epidemiológica e ambiental, desenvolvimento utilizando geotecnologias e análise de bases de dados de forma comparativa e através da integração dos mesmos.

 Atribuições

1. Gestão estadual de sistemas nacionais desenvolvidos pelo Ministério da Saúde, inclusive suporte e assessoria aos municípios:

a. SINAN versão Net;

b. SINAN versão Online;

c. Influenza versão Online;

d. Localidade versão Online.

2. Monitoramento dos indicadores relativos à frequência de envio, regularidade e encerramento oportuno dos casos notificados pelos municípios;

3. Suporte e assessoria à superintendência, coordenações e áreas técnicas no que se referem aos dados, usuários e operação dos sistemas citados;

4. Capacitação dos técnicos municipais e estaduais quanto à operação dos sistemas citados;

5. Construção de mapas de risco utilizando as tecnologias de geoprocessamento e georreferenciamento e mapas temáticos a partir da geocodificação dos respectivos dados;

6. Definição de metodologias e avaliação de ferramentas para cruzamento de bases diversas, visando analisar a qualidade e buscando identificar fragilidades nas estruturas e conteúdos dos bancos de dados nacionais utilizados pelas Vigilâncias Epidemiológica e Ambiental;

7. Realização sistemática de cruzamentos e análise de bases atendendo a demanda das áreas técnicas.

 

Sistema SINAN

O SINAN foi implantado, de forma gradual, a partir de 1993. No entanto, esta implantação foi realizada de forma heterogênea nas unidades federadas e municípios, não havendo uma coordenação e acompanhamento por parte dos gestores de saúde, nas três esferas de governo.

Em 1998, o Centro Nacional de Epidemiologia – CENEPI retoma este processo e constitui uma comissão para desenvolver instrumentos, definir fluxos e um novo software para o SINAN, além de definir estratégias para sua imediata implantação em todo o território nacional, através da Portaria FUNASA/MS no. 073 de 9/3/98 (BRASIL, 1998).

A partir de 1998, o uso do SINAN foi regulamentado (BRASIL, 1998), tornando obrigatória a alimentação regular da base de dados nacional pelos municípios, estados e Distrito Federal, bem como designando a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), por meio do CENEPI, como gestora nacional do Sistema.

Com a criação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em 2003, as atribuições do CENEPI passam a ser de responsabilidade da SVS.

Este sistema é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória, mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região.

Sua utilização efetiva permitirá a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população; podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de vir a indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área geográfica.

O seu uso sistemático, de forma descentralizada, contribuirá para a democratização da informação, permitindo que todos os profissionais de saúde tenham acesso à informação e as tornem disponíveis para a comunidade. Pode, portanto, tornar-se um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções.
Nesse sentido, a utilização do SINAN, em conjunto com os demais Sistemas de Informação em Saúde, torna-se uma importante ferramenta para facilitar a formulação e avaliação das políticas, planos e programas de saúde, subsidiando o processo de tomada de decisões, com vistas a contribuir para a melhoria da situação de saúde da população.


Sistema Localidade

O Sistema de Cadastro de Localidade gerencia as localidades dos municípios e permite que o usuário acesse a base única do sistema. Essa base é composta por registros inseridos, inicialmente, por meio de carga de bases recebidas de cada um dos estados. Após este momento, o Sistema de Cadastro de Localidade passa a ser o único meio para alteração/inclusão desses registros.


Sistema Influenza

O Cadastro de Informações da Influenza A (H1N1) é um sistema online, criado pelo Ministério da Saúde, que visa ao monitoramento dos casos e surtos da doença através do registro das fichas de notificação realizado pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Com isso, pretende-se ampliar e integrar um conjunto maior de dados que permitam gerar informações epidemiológicas mais consistentes sobre a ocorrência desta doença no país, adotando-se as medidas de prevenção e controle mais pertinentes a cada situação.


Grupo de Geoinformação (GEOi)

Desenvolvimento de ferramentas de análise espacial a partir de bases geográficas distribuídas pelo IBGE, utilizando softwares específicos para manipulação dessas bases e outros para operações de análise e visualização, estes últimos frutos de parceria com Laboratório de Geoprocessamento da UFRJ, visando atender as demandas das áreas técnicas da vigilância epidemiológica e ambiental.


Grupo de Informação (G-INFO)

Formado pela parceria entre a Vigilância Epidemiológica e Ambiental, Datasus, Ministério da Saúde e UFRJ. Tem como objetivo desenvolver metodologias que permitam a integração e o tratamento das grandes bases de dados tabulares nacionais, avaliar ferramentas que se destinam à mesma finalidade e produzir artigos a partir da aplicação prática destas, visando a um processo contínuo de busca da qualidade da informação.

 

 

 CONTATOS

Assessoria de Informação Epidemiológica e Ambiental – ASINFO

Endereço: Rua México, 128 / 402-A, Castelo – Rio de Janeiro / RJ

Telefone / Fax: (21) 2333.3914

E-mail: asinfo@saude.rj.gov.br

Suporte SINAN: sinanrj@saude.rj.gov.br

 

 

Leia mais:

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